Investir na economia criativa é um caminho para gerar desenvolvimento e superar as desigualdades.

Setores criativos da cidade do Rio de Janeiro têm grande potencial para estimular a geração de renda e a criação de empregos, além de promover a diversidade cultural e o desenvolvimento humano.

Sabia que aquele museu que você tanto gosta funciona, principalmente, graças a políticas públicas de patrocínio e captação de recursos? Investimentos provenientes de incentivos são essenciais para que até o Carnaval aconteça. Por isso, é importante que o poder público invista em políticas que mantenham a economia criativa viva.

Nesta plataforma on-line, descubra que bens e serviços criativos cariocas dependem de políticas públicas – e entenda o porquê elas são vitais para a nossa cultura.

Você mora na região metropolitana do Rio de Janeiro?
Compreende os municípios de Belford Roxo, Cachoeiras de Macacu, Duque de Caxias, Itaboraí, Itaguaí, Japeri, Magé, Maricá, Mesquita, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Paracambi, Petrópolis, Queimados, Rio Bonito, Rio de Janeiro, São Gonçalo, São João de Meriti, Seropédica e Tanguá
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O setor criativo é dividido em diferentes categorias que ajudam governos a implementar políticas públicas que promovam mudanças na vida da população. Para a Unesco, essa divisão foca em atividades produtivas em que a criatividade cria produtos e postos de trabalho – diretos ou indiretos – para gerar riqueza cultural e econômica.

A partir desta definição da agência da ONU, escolha um bem ou serviço criativo da cidade do Rio de Janeiro e descubra que políticas públicas ou leis são responsáveis por manter seu funcionamento.

Incentivar a economia criativa é investir no desenvolvimento social, na educação e no combate à desigualdade. Procure saber de que forma você pode colaborar para não deixar a cultura acabar.

Contribua para a cultura e economia criativa carioca

Redes da Maré

A campanha Maré diz NÃO ao Coronavírus organiza ações que apoiam artistas e grupos culturais locais. A iniciativa está fazendo a diferença na vida de 140 mil moradores das favelas da Maré.

Instituto dos Pretos Novos

O IPN pesquisa e preserva o patrimônio material e imaterial africano e afrobrasileiro, com ênfase no sítio histórico e arqueológico do Cemitério dos Pretos Novos. As ações geram conhecimento que promovem a reflexão sobre a escravidão e suas sequelas no Brasil.

Turma Ok

É o primeiro grupo LGBTQIAP+ na história do Brasil, fundado oficialmente em 1962 na cidade do Rio de Janeiro. Doações são bem-vindas para ajudar a manter o espaço.

Grupo Nós do Morro

O grupo de teatro fundado na comunidade do Morro do Vidigal alterna a montagem de textos clássicos e criações coletivas.

Afrorreggae

Com mais de 20 anos de trabalho, a ONG cria atividades para crianças e adolescentes de comunidades e garante que elas frequentem a escola e integrem projetos sociais.

Jongo da Serrinha

O jongo, ritmo considerado o pai do samba carioca, foi criado na década de 70 no Morro da Serrinha. O local abriga uma ONG que desenvolve ações de cultura, educação, desenvolvimento comunitário, trabalho e renda.

Entenda mais sobre como investir em cultura e economia criativa

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